FIQUE POR DENTRO

PINTEREST

INSTAGRAM

@vestsul

BLOG VEST SUL

15/set
6 MOTIVOS PARA INVESTIR NO MERCADO DE CONFECÇÕES

Muitas pessoas começaram a acreditar que este é o momento ideal para deixar os cargos tradicionais e buscar a realização profissional e pessoal em função da democratização do acesso às informações e da popularização da internet. No Brasil, o fenômeno não é diferente. Mesmo com a atual conjuntura econômica pouco favorável, alguns setores se encontram em expansão mesmo na crise. E um deles é o mercado de confecções.

Expansão do e-commerce

e-commerce-para-confeccoes

Um dos principais motivos que deve motivá-lo a investir no mercado de confecções é a expansão do e-commerce de moda. A compra de roupas e acessórios em lojas virtuais está se tornando cada vez mais comum em nosso país, e mesmo pessoas que outrora tinham medo de negociações virtuais estão se sentindo mais seguras para fazê-las. As empresas digitais estão se aperfeiçoando, o ambiente é cada vez mais confiável e a perspectiva para os próximos anos não poderia ser melhor.

A 32ª edição do relatório Webshoppers do E-Bit aponta que a categoria “Moda e Acessórios” permanece como líder em volume transacional de pedidos do comércio eletrônico, com 15% dessa fatia do mercado.  Outra pesquisa elaborada pelo SEBRAE reforça que há muito ainda a ser explorado em vendas online, principalmente pelos pequenos e médios empresários. Segundo os dados, menos de 15% das pequenas empresas do setor realizam vendas pela internet e pelas redes sociais. A grande maioria apenas utiliza esses meios na divulgação do negócio. Esse é um bom motivo para abrir uma loja virtual no Brasil.

Outro aspecto que fortalece o mercado de confecções é a expansão da internet, uma vez que ela faz com que o consumidor se interesse e, por consequência, também gaste mais dinheiro com produtos de moda no Brasil. Prova disso, é que o próprio consumidor pesquisa por produtos cada vez mais na web. Segundo dados fornecidos pelo Google Adwords, palavras-chaves relacionadas à moda são 3 vezes mais procuradas do que eletrônicos, por exemplo. E, se levarmos em consideração as pessoas que ainda não tem acesso à internet (98 milhões no Brasil, segundo relatório do Banco Mundial divulgado em janeiro de 2016), ainda há uma grande parcela da população a ser alcançada.

 

A moda está em alta

Consome-se moda em todas as classes sociais. É uma área que está em alta e modelos, estilistas e fotógrafos nunca foram tão aclamados pela mídia. Existem filmes, documentários e várias revistas especializadas sobre o tema, expondo produtos e lançando tendências. Isso, logicamente, reflete nos padrões de consumo das pessoas, que se interessam mais pelo assunto e gastam mais dinheiro tentando se posicionar dentro dos padrões vigentes.

De acordo com a revista Exame, empresas de moda estão entre as ideias de negócio com maior probabilidade de darem certo. A versão digital do periódico afirma que “no Brasil são produzidas mais de 6 bilhões de peças de vestuário todos os anos (…) e confecções de roupas para crianças ou adultos apresentam taxa de sobrevivência de 81%”.

 

Nichos de moda: Oportunidades para o mercado de confecções

moda-gestante

Apesar do Brasil apresentar um grande número de confecções, há ainda nichos pouco explorados e com uma demanda crescente. O SEBRAE divulgou um estudo no qual destaca os segmentos Plus Size, Gestante, Moda Ecológica / Sustentável, Evangélico ou Gospel, Brechó, Streetwear e Country como boas oportunidades de negócio. Abaixo, destacamos algumas informações levantadas pelo relatório:

Moda Plus Size:

É um mercado em expansão que cresce 6% ao ano e movimenta cerca de R$ 5 bilhões, o que representa 5% do faturamento total do segmento de vestuário, segundo a Associação Brasileira de Vestuário (Abravest). A expectativa, é um crescimento de pelo menos 10% ao ano. Segundo dados do Ministério da Saúde divulgados em Abril de 2014, 50, 8% dos brasileiros está acima do peso, e destes, 17,5% são obesos.

Moda Gestante:

Trata-se de um mercado em crescimento. Especialistas afirmam que há poucas empresas especializadas em produzir roupas para grávidas. Os produtos disponíveis não são pensados para mulheres jovens, mas grandes, sem caimento, estilo e aquém das tendências de moda seguidas por elas.

Moda Ecológica / Moda Sustentável:

Mais pessoas estão conscientes sobre seus hábitos e da necessidade de um consumo sustentável. Esse comportamento tem reflexo no setor de confecções, no qual há demanda por produtos mais éticos e que não afetam o meio ambiente. E o investimento na moda ecológica tende a ser vantajoso. De acordo com uma matéria publicada em 2012 no blog “Mercado Ético”, a moda ecológica fatura entre R$ 270 e R$ 362 milhões por ano.

Moda Evangélica ou Gospel:

O número de evangélicos vem aumentado a cada ano. De acordo com dados do IBGE, em 2010, o Brasil tinha aproximadamente 42 milhões de evangélicos, o equivalente a 22% da população brasileira. As projeções salientam que esse percentual tende a aumentar 39% até 2020. Diante desse número, vê-se que o segmento é uma grande oportunidade de negócio.

Porém, pessoas pessoas que não se declaram evangélicas também podem ser impactadas pela moda gospel. Pesquisas afirmam que cerca de 10% das consumidoras não seguem a religião, mas consomem os produtos, pois, procuram por peças comportadas, que cubram os ombros, sem transparências e com decotes discretos.

Moda Brechó:

De acordo com o SEBRAE, os brechós cresceram cerca de 210% nos últimos cinco anos. As chances de um empreendimento desses dar certo estão relacionadas com o baixo risco e concorrência, o público fiel e o investimento inicial baixo. 

Moda Streetwear:

O número que praticam skate aumentou consideravelmente no Brasil. De 2006 a 2010 houve um acréscimo de 20% (Estudo do Datafolha).Porém, não é apenas a crescente demanda pelo skate que atrai a atenção dos empresários.  O mesmo estudo aponta que entre as classes A e B, o total de praticantes era de 42%, enquanto que a classe C possui 33% e as classes D e E somam 25% do total. Isso mostra que o esporte é muito democrático.

A renda dos skatistas é um fator determinante. 50% deles apresenta renda superior à media nacional. Todos esses dados reforçam a ideia de que a moda streetwear é um mercado em potencial. 

Moda Country:

O setor country cresceu cerca de 7% ao ano nos últimos anos, segundo o Clube dos Independentes, responsável pelo rodeio de Barretos (SP). Prova disso são os mais de 1.500 a 2.000 rodeios realizados anualmente no Brasil, os quais movimentam aproximadamente 6 bilhões de reais e atraem por volta de 30 milhões de pessoas.

Os rodeios também estão relacionados com shows de música sertaneja, cujos espectadores tem um estilo próprio de se vestir, são em sua maioria jovens, de classe média alta a alta e não economizam na compra de artigos de visual descontraído e típico do segmento.

 

Os homens estão comprando mais

Antigamente, falar de moda era sinônimo de falar com mulheres. Mas essa realidade mudou drasticamente nos últimos anos, especialmente no Brasil. Os homens passaram a representar uma fatia importante do mercado de confecções e estão preocupados em adquirir roupas, calçados, acessórios e até produtos de beleza. Outro ponto positivo dessa mudança é que a perspectiva é de aumento da participação masculina no setor, vencendo conceitos ultrapassados. Quem investir nesse nicho definitivamente terá ótimas oportunidades.

 

Moda: Desejo de Consumo

moda-desejo-de-consumo

Apesar do momento não ser um dos mais favoráveis à indústria de confecções, o corte de gastos dos brasileiros não tem incluído consideravelmente itens como roupas e sapatos. Uma pesquisa do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), juntamente com o CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) aponta que 71,9% dos consumidores tem a intenção de adquirir artigos de vestuário e do setor calçadista.
Os números provam que a conjuntura econômica pode até não contribuir para resultados melhores, mas não consegue atrapalhar essa área tão essencial para a sociedade. As pessoas podem mudar um pouco seu estilo ou alterar suavemente seu padrão de consumo, mas não tem jeito: a moda vende!

 

Exportação: Oportunidade em meio à crise

Graças à alta do dólar, donos de confecções têm a oportunidade de investir no mercado externo por meio das exportações. O SEBRAE afirma que os Estados Unidos tende a ser o principal destino dos produtos de moda brasileiros, uma vez que o país apresenta bons resultados na sua economia, além da valorização da moeda americana frente ao real.

Valor agregado, diferenciação dos produtos, design, criatividade e qualidade são aspectos importantes considerados pelos compradores. Aos empresários brasileiros, resta atentar para esses fatores ao ingressar no comércio internacional.

Esses são alguns dos principais motivos para investir no mercado de confecções.

 

Fonte: http://www.marknet.com.br/blog

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *